Um plano anual de rejuvenescimento facial não deveria ser uma agenda de procedimentos iguais para todas as pessoas. Na Clínica Rizzatti, na Pedra Branca, em Palhoça, a proposta é avaliar como cada rosto está envelhecendo e combinar tratamentos que atuem em mecanismos diferentes: toxina botulínica para o movimento e as rugas dinâmicas, Liftera para sustentação, Sculptra para bioestimulação de colágeno e laser de CO₂ DEKA DuoGlide para qualidade da pele.

Para mim, essa é uma forma mais inteligente de pensar rejuvenescimento.

Não tentar resolver tudo com uma única tecnologia.

Não aumentar progressivamente a quantidade de procedimentos.

E, principalmente, não perseguir um rosto diferente.

O objetivo é continuar parecendo você — só que cuidando, ao longo dos anos, daquilo que o tempo começa a modificar.

Por que pensar em rejuvenescimento facial como um plano anual?

O rosto não envelhece em uma única camada.

Ao longo dos anos ocorrem alterações na epiderme, derme, matriz extracelular, gordura, estruturas de sustentação e musculatura facial. A redução do número e da atividade dos fibroblastos contribui para menor síntese de colágeno e elastina, enquanto exposição solar e outros fatores externos aceleram a degradação dessas estruturas.[1]

Por isso, duas pessoas da mesma idade podem envelhecer de maneiras completamente diferentes.

Uma pode apresentar principalmente:

  • rugas de expressão;
  • outra, flacidez;
  • outra, perda de qualidade da pele;
  • outra, redução de colágeno;
  • e muitas apresentam uma combinação desses fatores.

É justamente aí que um planejamento global começa a fazer sentido.

Se o envelhecimento acontece em diferentes estruturas, o tratamento também pode precisar atuar em diferentes estruturas.

Saiba mais sobre rejuvenesciento facial na Clínica Rizzatti.

A partir de que idade faz sentido pensar em um plano de rejuvenescimento?

Não existe uma idade obrigatória.

Mas, na minha prática, considero especialmente interessante discutir um planejamento mais estruturado a partir dos 35–40 anos, quando muitas mulheres começam a perceber alterações que ainda são discretas:

  • linhas que demoram mais para desaparecer;
  • menor firmeza;
  • início de perda do contorno;
  • textura menos uniforme;
  • poros e fotoenvelhecimento mais evidentes;
  • redução progressiva da qualidade da pele.

Nessa fase, muitas vezes ainda não precisamos “corrigir”.

Podemos manter.

Depois dos 40, manutenção e rejuvenescimento começam progressivamente a se encontrar.

A proposta não é fazer mais procedimentos por ter completado determinada idade.

É entender o que está começando a mudar antes que seja necessário tentar recuperar grandes perdas.

Os quatro pilares do meu planejamento facial

Meu protocolo de rejuvenescimento global costuma considerar quatro pilares principais.

Cada um responde a uma pergunta diferente.

1. Toxina botulínica: como o rosto está se movimentando?

A toxina botulínica atua sobre a comunicação entre nervo e músculo, diminuindo temporariamente a contração de músculos selecionados.

Ela é particularmente útil para as chamadas rugas dinâmicas, relacionadas ao movimento repetitivo da musculatura facial.[2,3]

Entre as regiões que podem ser avaliadas estão:

  • testa;
  • glabela;
  • pés de galinha;
  • sobrancelhas;
  • determinadas áreas ao redor da boca;
  • queixo;
  • musculatura depressora da face;
  • contorno mandibular;
  • platisma e pescoço.

Mas não considero toxina simplesmente um tratamento de “pontos”.

Os músculos da face funcionam de maneira integrada.

A literatura anatômica moderna mostra que resultado, segurança e naturalidade dependem de reconhecer o padrão individual de contração, a posição tridimensional dos músculos, a profundidade de aplicação e a dose utilizada.[3]

Por isso, para mim:

Botox não é sobre parar o rosto. É sobre modular o movimento.

Naturalidade é um objetivo do tratamento

Não gosto de uma testa completamente imóvel se, para aquela paciente, isso significar perder expressão.

A comunicação facial depende do movimento.

Sorrir, franzir discretamente a testa, elevar as sobrancelhas e movimentar os olhos fazem parte da identidade.

Por isso, prefiro reduzir movimentos excessivos sem necessariamente eliminar todos eles.

O tratamento bem planejado pode suavizar rugas sem produzir a sensação de “rosto congelado”.

Quantas vezes por ano fazer toxina botulínica?

O efeito é temporário e geralmente diminui progressivamente ao longo de alguns meses.[2,3]

Para mulheres que desejam uma estratégia contínua de manutenção, frequentemente considero duas aplicações ao ano como uma base prática, podendo haver necessidade de três aplicações em determinadas pacientes.

Isso não significa que duas vezes ao ano seja uma regra médica universal.

Há pacientes cuja duração é maior.

Outras metabolizam o produto mais rapidamente.

E algumas preferem deixar parte da movimentação retornar antes de uma nova sessão.

A frequência deve servir ao rosto, não o rosto servir ao calendário.

Saiba mais sobre toxina botulínica.

2. Liftera: quando o problema é sustentação

Nem toda flacidez deve ser tratada adicionando volume.

Esse é um princípio importante.

Quando observo perda de sustentação, mudança do contorno mandibular ou início de queda dos tecidos, tecnologias de ultrassom focado podem ocupar outro papel no planejamento.

A literatura sobre ultrassom microfocado demonstra capacidade de atuar em profundidades predeterminadas e produzir pontos térmicos em tecidos subdérmicos, promovendo contração inicial e posterior remodelação de colágeno.[4]

Uma revisão sistemática com 16 estudos encontrou melhora de flacidez facial leve a moderada, com resultados progressivos ao longo dos meses.[4]

Na Clínica Rizzatti utilizamos o Liftera 2 com protocolo Dash-Dot-Dash, que permite individualizar a entrega de energia conforme a anatomia, região e objetivo.

Onde o Liftera entra no plano anual?

Principalmente quando quero trabalhar:

  • sustentação;
  • contorno;
  • linha mandibular;
  • flacidez leve a moderada;
  • região submentoniana;
  • pescoço;
  • determinadas regiões delicadas da face.

Em algumas pacientes, uma sessão anual pode integrar o planejamento.

Em outras, o intervalo será diferente.

Não considero adequado estabelecer “um Liftera por ano” para todas as pessoas antes mesmo da avaliação.

A tecnologia é importante.

A indicação importa mais.

3. Sculptra: quando precisamos pensar em colágeno

O terceiro pilar é a bioestimulação.

Sculptra é composto por ácido poli-L-láctico, ou PLLA.

Em vez de funcionar principalmente como um preenchimento convencional, suas micropartículas desencadeiam uma resposta regenerativa progressiva, com ativação de macrófagos e fibroblastos e estímulo de neocolagênese e remodelação da matriz extracelular.[5]

Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou 63 estudos e descreveu o PLLA como uma ferramenta de bioestimulação que vai além da simples volumização.[5]

Para mim, esse é um dos tratamentos fundamentais dentro de um plano de manutenção a partir dos 35–40 anos quando existe indicação.

Por que gosto do Sculptra em um planejamento de longo prazo?

Porque seu efeito é gradual.

Não há a expectativa de mudar o rosto de uma hora para outra.

Buscamos:

  • firmeza;
  • qualidade;
  • melhora progressiva do suporte tecidual;
  • estímulo de colágeno;
  • preservação das características individuais.

A literatura recente também discute PLLA dentro de estratégias de prejuvenation, ou seja, intervenções realizadas antes que alterações estruturais estejam muito avançadas.[5]

Isso se aproxima bastante da minha maneira de trabalhar.

Não esperar perder muito para depois tentar devolver tudo.

Sculptra precisa ser feito todos os anos?

Não necessariamente.

O tratamento inicial pode envolver mais de uma sessão dependendo de idade, flacidez, quantidade de colágeno e objetivo.

Depois desse primeiro ciclo, podemos discutir manutenção.

Há protocolos publicados utilizando aplicação anual após uma fase inicial de tratamento, mas isso não deve ser reproduzido automaticamente para todos.[5]

Algumas pacientes precisarão apenas de pequenos reforços.

Outras podem passar um período maior sem nova aplicação.

Saiba mais sobre bioestimuladores de colágeno.

4. Laser de CO₂ DEKA DuoGlide: quando a pele precisa ser tratada como pele

Esse é um ponto que considero fundamental.

Podemos melhorar movimento.

Podemos melhorar sustentação.

Podemos estimular colágeno em profundidade.

Mas a superfície também envelhece.

Fotoexposição, redução de colágeno dérmico, alterações epidérmicas e envelhecimento intrínseco contribuem para:

  • textura irregular;
  • rugas finas;
  • poros;
  • manchas relacionadas ao fotoenvelhecimento;
  • perda de luminosidade;
  • aspecto envelhecido da superfície cutânea.[1]

É aqui que o laser de CO₂ fracionado ocupa um papel diferente.

Na Clínica Rizzatti, utilizamos o DEKA DuoGlide, plataforma de laser de CO₂ que permite construir protocolos conforme a indicação.

A literatura sobre resurfacing fracionado com CO₂ demonstra seu papel no rejuvenescimento da pele, com remodelação dérmica e melhora de parâmetros relacionados a textura e fotoenvelhecimento.[6]

É importante fazer uma distinção: a evidência científica publicada sustenta amplamente a classe do laser fracionado de CO₂; a escolha do DuoGlide é a plataforma tecnológica utilizada na nossa prática.

O CO₂ faz o mesmo que o Liftera?

Não.

E essa diferença é justamente o motivo pelo qual gosto de pensar em associação.

Simplificando:

Toxina botulínica → movimento.
Liftera → sustentação.
Sculptra → bioestimulação de colágeno.
Laser de CO₂ → qualidade da pele.

Essas fronteiras não são absolutas — diferentes tratamentos podem também estimular colágeno —, mas ajudam a entender por que eles não são simplesmente concorrentes.

Cada um pode ocupar um papel.

Por que combinar tecnologias pode ser melhor do que escolher uma só?

Porque uma paciente pode apresentar ao mesmo tempo:

  • testa com rugas dinâmicas;
  • início de perda do contorno mandibular;
  • redução de firmeza;
  • textura irregular;
  • fotoenvelhecimento.

Não seria lógico esperar que uma única tecnologia resolvesse igualmente bem todos esses componentes.

A própria literatura recente sobre PLLA discute estratégias combinadas com dispositivos baseados em energia, incluindo ultrassom e lasers fracionados, justamente para abordar diferentes aspectos do envelhecimento.[5]

Mas associação não significa fazer tudo junto.

Significa organizar.

Um bom plano combina tratamentos. Um plano ruim acumula procedimentos.

Como funciona um plano anual de rejuvenescimento facial?

Eu gosto de pensar o ano como uma sequência de prioridades, e não como um “pacote fechado”.

Um exemplo possível para uma mulher a partir dos 40 anos poderia ser:

MomentoObjetivo principalPossível tratamento
Início do planejamentoAvaliação globalConsulta médica, fotografias e definição de prioridades
Primeiro períodoRugas dinâmicasToxina botulínica
Ao longo do anoSustentaçãoLiftera, quando indicado
Fase planejadaBioestimulaçãoSculptra, com número de sessões individualizado
Período apropriadoQualidade da peleLaser de CO₂ DEKA DuoGlide
SeguimentoManutençãoPequenos retoques conforme necessidade

Isso é um exemplo de raciocínio, não uma prescrição anual fixa.

A ordem pode mudar.

Os intervalos podem mudar.

Alguns tratamentos podem não ser necessários naquele ano.

É preciso fazer todos os quatro tratamentos?

Não.

Esse é um ponto importante.

Uma mulher de 40 anos com excelente qualidade de pele, boa sustentação e apenas rugas dinâmicas pode precisar principalmente de toxina botulínica.

Outra pode praticamente não ter rugas, mas apresentar flacidez e perda de contorno.

Outra pode ter ótima estrutura facial e apresentar principalmente fotoenvelhecimento.

E uma quarta pode se beneficiar dos quatro pilares ao longo do ano.

Personalização não é escolher quantas máquinas utilizar. É reconhecer o que não precisa ser feito.

Primeiro ano: construir. Anos seguintes: manter.

Em algumas pacientes, especialmente quando nunca houve um planejamento prévio, o primeiro ano pode ser um pouco mais estruturado.

Podemos trabalhar:

  • movimento;
  • sustentação;
  • colágeno;
  • textura.

Depois que essas diferentes áreas foram tratadas adequadamente, os anos seguintes frequentemente passam a ter uma lógica de manutenção.

Em vez de grandes correções, fazemos pequenos ajustes.

Essa é uma filosofia que considero particularmente interessante para mulheres a partir dos 40.

Quanto mais bem mantemos, menos precisamos tentar transformar.

Rejuvenescimento facial natural não significa fazer pouco

Existe uma ideia equivocada de que resultado natural significa necessariamente usar menos tecnologia.

Não é exatamente isso.

Às vezes, naturalidade exige tratar mais de um mecanismo, mas cada um com moderação.

Imagine tentar corrigir toda a perda de sustentação de um rosto apenas com preenchimento.

Podemos acabar adicionando volume onde o problema não era falta de volume.

Ao distribuir o tratamento entre diferentes mecanismos, podemos evitar exigir demais de um único procedimento.

Esse é um dos princípios do meu planejamento:

tratar melhor para precisar transformar menos.

O preenchimento entra nesse plano?

Pode entrar.

Mas não considero necessariamente um dos quatro pilares básicos de manutenção para todas as pacientes.

O ácido hialurônico tem um papel muito importante quando realmente precisamos:

  • recuperar volume;
  • oferecer suporte localizado;
  • melhorar determinada proporção;
  • corrigir uma deficiência específica.

Mas ele deve ser utilizado quando existe indicação.

Não como consequência automática da idade.

Preencher menos pode exigir mais conhecimento.

O que muda depois dos 50?

O princípio continua sendo o mesmo.

Mas as necessidades podem mudar.

Aos 50 ou 60 anos podemos encontrar:

  • maior perda de colágeno;
  • flacidez mais estabelecida;
  • alterações estruturais;
  • maior fotoenvelhecimento;
  • mudanças de volume.

O mesmo conjunto de ferramentas pode continuar fazendo sentido, mas doses, sessões, energia, intervalos e expectativas precisarão ser diferentes.

Não existe um “protocolo dos 40”, um “protocolo dos 50” e outro “dos 60”.

Existe uma pessoa, uma anatomia e uma história de envelhecimento.

E quem começa aos 40 está prevenindo?

Prefiro utilizar a palavra manutenção.

Nenhum procedimento impede o envelhecimento.

A toxina não impede perda óssea.

Liftera não evita fotoenvelhecimento.

Sculptra não interrompe o tempo.

Laser de CO₂ não substitui fotoproteção.

O que podemos fazer é intervir em diferentes componentes do envelhecimento para tentar preservar melhor:

  • movimento equilibrado;
  • firmeza;
  • qualidade;
  • colágeno;
  • textura.

É uma estratégia de cuidado longitudinal.

Experiência médica importa porque as tecnologias não trabalham sozinhas

Quatro aparelhos ou produtos excelentes não criam automaticamente um bom resultado.

Na toxina botulínica, conhecimento anatômico influencia diretamente naturalidade e risco de efeitos indesejáveis.[3]

No ultrassom focado, profundidade, energia, anatomia e seleção do paciente interferem no resultado.[4]

No PLLA, plano de aplicação, técnica e seleção do paciente são fundamentais.[5]

No laser, fototipo, indicação, parâmetros e cuidados antes e depois fazem diferença.

É por isso que considero o planejamento médico o elemento que une os quatro pilares.

O procedimento vem depois.

O protocolo da Dra. Karoline

Na minha prática, não penso em procedimentos independentes.

Penso no rosto ao longo do tempo.

Meu planejamento pode unir:

toxina botulínica, para modular as rugas relacionadas ao movimento;

Liftera, para trabalhar sustentação e flacidez em profundidades planejadas;

Sculptra, para estimular colágeno progressivamente;

laser de CO₂ DEKA DuoGlide, para melhorar qualidade, textura e fotoenvelhecimento da pele.

Mas a combinação, quantidade e frequência são individualizadas.

Uma paciente pode precisar dos quatro.

Outra de apenas dois.

Outra pode naquele ano simplesmente manter toxina e skincare.

O procedimento é consequência do diagnóstico e do planejamento. Não o contrário.

Atendimento premium também está nos detalhes

Na Clínica Rizzatti, na Pedra Branca, em Palhoça, o planejamento é realizado pela Dra. Karoline Rizzatti, médica dermatologista.

Para mim, atendimento premium não significa ostentação.

Significa:

  • ter tempo para avaliar;
  • saber exatamente o que está sendo tratado;
  • utilizar produtos e tecnologias criteriosamente selecionados;
  • preservar naturalidade;
  • acompanhar o resultado;
  • rever o plano quando necessário.

E significa também facilitar a experiência de quem vem à consulta.

Rejuvenescimento facial em Palhoça sem precisar ir ao centro de Florianópolis

A Clínica Rizzatti está localizada na Pedra Branca, em Palhoça, e recebe também pacientes de São José, Santo Amaro da Imperatriz, Biguaçu, Florianópolis e outras cidades da Grande Florianópolis.

O atendimento acontece exclusivamente na unidade da Pedra Branca.

Para muitos pacientes da região continental, isso permite realizar consulta, tecnologias e acompanhamento dermatológico sem a necessidade de se deslocar até o Centro de Florianópolis.

Estacionamento para pacientes

A Clínica Rizzatti possui convênio com estacionamentos Safe Park próximos na Pedra Branca, incluindo opções próximas ao Hippo e à academia.

Durante o período do atendimento, o estacionamento conveniado é custeado pela clínica.

Pode parecer apenas um detalhe.

Mas quando falamos em acompanhamento que pode se estender por anos, conveniência também faz parte da experiência.

O melhor plano anual é aquele que muda com você

Um planejamento feito aos 40 anos provavelmente não será idêntico aos 45.

O rosto muda.

A pele muda.

A vida muda.

Pode haver:

  • emagrecimento;
  • menopausa;
  • exposição solar;
  • mudanças hormonais;
  • alteração do peso;
  • novas prioridades.

Por isso, gosto mais da ideia de plano anual revisado do que de protocolo vitalício.

Todos os anos perguntamos novamente:

O que está bom?

O que começou a mudar?

O que merece ser preservado?

O que realmente precisa de intervenção?

E, muitas vezes, a melhor decisão é simplesmente não fazer determinado procedimento naquele momento.

Rejuvenescer não deveria significar parecer outra pessoa

Esse é o princípio que amarra todo o planejamento.

Um rosto de 45 anos não precisa parecer ter 25.

Ele pode parecer saudável, firme, descansado e bem cuidado aos 45.

Da mesma forma aos 50, 60 ou 70.

A medicina estética fica mais interessante quando deixa de perseguir a ausência completa de envelhecimento e passa a buscar qualidade ao longo do envelhecimento.

Rejuvenescer não é parecer outra pessoa. É continuar parecendo você.

Dra. Karoline Rizzatti
MÉDICA – CRM/SC 17360 | Dermatologia – RQE 13315

Clínica Rizzatti | Dermatologia e Saúde
Rua Rubens de Arruda Ramos, 170 – Loja 03 B – Pedra Branca
Palhoça – SC | CEP 88137-072
Contato e agendamentos: (48) 99173-5899

Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa e não substitui consulta ou avaliação médica individualizada. A indicação, sequência, número de sessões, parâmetros, produtos e intervalos entre os tratamentos devem ser definidos após avaliação médica. Resultados variam entre pacientes e nenhum procedimento permite garantia de resultado.

Referências

1. Zargaran D, Zoller F, Zargaran A, Weyrich T, Mosahebi A. Facial skin ageing: key concepts and overview of processes. Int J Cosmet Sci. 2022;44:414-420. doi:10.1111/ics.12779.

2. Cather JC, Cather JC, Menter A. Update on botulinum toxin for facial aesthetics. Dermatol Clin. 2002;20(4):749-761.

3. Swift A, Green JB, Hernandez CA, Aguilera SB, Fagien S, Gold MH, et al. Tips and tricks for facial toxin injections with illustrated anatomy. Plast Reconstr Surg. 2022;149(2):303e-311e. doi:10.1097/PRS.0000000000008708.

4. Contini M, et al. A systematic review of efficacy of microfocused ultrasound for facial skin tightening. Int J Environ Res Public Health. 2023;20(2):1522. doi:10.3390/ijerph20021522.

5. Haykal D, Haddad A, Cartier H, Avelar L. Poly-L-lactic acid in aesthetic dermatology: a decade beyond volume restoration toward regenerative biostimulation. Aesthet Surg J. 2025;45(10):1065-1072. doi:10.1093/asj/sjaf121.

6. Haykal D, et al. The role of GLP-1 agonists in esthetic medicine: implications for facial volume loss and skin rejuvenation. Aesthet Surg J. 2024;44(11):NP809-NP818.